O uso de subprodutos da soja na alimentação de bovinos


Atualmente, a procura por suplementos que melhorem a vida do gado e por consequência uma melhora de qualidade do produto, tem aumentado. A proibição do uso de fontes proteicas de origem animal em rações para ruminantes foi um fator crucial para que o que tem pouca utilidade , proveniente do aumento do consumo de soja por parte humana, tivesse um melhor aproveitamento. Além de uma alternativa de baratear a produção. Esses subprodutos provêm da secagem do grão de soja, que resulta o resíduo de limpeza de soja ( o teor médio é de 20% de proteína bruta). Da extração do óleo, que resulta a casca de soja (capaz de substituir grãos como milho e sorgo em rações para ruminantes), e o farelo de soja, que é o suplemento proteico mais utilizado no mundo para alimentação animal. Apesar de não possuir um valor nutricional específico, as cascas apresentam um alto teor de fibra, que se assemelha ao feno. Logo, em épocas de seca é uma alternativa. Também substitui os alimentos ricos em amido, pois pode chegar até 80% do valor energético do milho e possui alta digestibilidade. Enquanto o farelo da soja possui alta concentração de proteína, cerca de 50%. Mas, para que esses novos suplementos sejam incluídos na dieta devem ser adicionados em proporções crescentes até atingirem a proporção ideal, afim de evitar distúrbios e possíveis complicações. Os subprodutos trazem alternativas para diminuir os prejuízos causados pelas secas, além do aproveitamento consciente de um possível resíduo.


FONTE IMAGEM: CANVA

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